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	<title>O que é &#187; Carnaval</title>
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		<title>Frevo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 06:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O que é</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-275" title="frevi" src="http://www.oquee.net/wp-content/uploads/2009/02/frevi-300x121.jpg" alt="frevi" width="300" height="121" /><br />
O <strong>Frevo</strong> é um ritmo pernambucano derivado da marcha, do maxixee da capoeira. Surgido no Recife no final do Século XIX, o frevo se caracteriza pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevos, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte. Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo.</p>
<p>Até as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas.</p>
<p>A dança do frevo pode ser de duas formas, quando a multidão dança, ou quando passistas realizam os passos mais difíceis, de forma acrobática. O frevo possui mais de 120 passos catalogados.<br />
<span id="more-274"></span><br />
Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensavam em dar ao povo mais animação nos folguedos. No decorrer do tempo, a música ganha características próprias acompanhadas por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos.</p>
<p><strong>Origem da palavra</strong></p>
<p>A palavra frevo vem de ferver, por corruptela, frever, que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas, como o Carnaval, de acordo com o Vocabulário Pernambucano, de Pereira da Costa.</p>
<p>Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o Jornal Pequeno, vespertino do Recife que mantinha uma detalhada seção carnavalesca da época, assinada pelo jornalista &#8220;Oswaldo Oliveira&#8221;, na edição de 12 de fevereiro de 1907, fez a primeira referência ao ritmo, na reportagem sobre o ensaio do clube Empalhadores do Feitosa, do bairro do Hipódromo, que apresentava, entre outras músicas, uma denominada O frevo. E, em reconhecimento à importância do ritmo e a sua data de origem, em 09 de Fevereiro de 2007, a Prefeitura da Cidade do Recife comemorou os 100 anos do Frevo durante o carnaval de 2007.</p>
<p><strong>Instrumento e letra</strong></p>
<p>De instrumental, o gênero ganhou letra no frevo-canção e saiu do âmbito pernambucano para tomar o resto do Brasil. Basta dizer que O Teu Cabelo Não Nega, de 1932, considerada a composição que fixou o estilo da marchinha carnavalesca carioca, é uma adaptação do compositor Lamartine Babo do frevo Mulata, dos pernambucanos Irmãos Valença.</p>
<p>A primeira gravação com o nome do gênero foi o Frevo Pernambucano (Luperce Miranda/Oswaldo Santiago) lançada por Francisco Alves no final de 1930. Um ano depois, Vamo se Acabá, de Nelson Ferreira pela Orquestra Guanabara recebia a classificação de frevo.</p>
<p>Dois anos antes, ainda com o codinome de &#8220;marcha nortista&#8221;, saía do forno o pioneiro Não Puxa Maroca (Nelson Ferreira) pela orquestra Victor Brasileira comandada por Pixinguinha.</p>
<p>Ases da era de ouro do rádio como Almirante (numa adaptação do clássico Vassourinhas), Mário Reis (É de Amargar, de Capiba), Carlos Galhardo (Morena da Sapucaia, O Teu Lencinho, Vamos Cair no Frevo), Linda Batista (Criado com Vó), Nelson Gonçalves (Quando é Noite de Lua), Cyro Monteiro (Linda Flor da Madrugada), Dircinha Batista (Não é Vantagem), Gilberto Alves (Não Sou Eu Que Caio Lá, Não Faltava Mais Nada, Feitiço), Carmélia Alves (É de Maroca) incorporaram frevos a seus repertórios.</p>
<p>Em 1950, inspirados na energia do frevo pernambucano, a bordo de uma pequena fubica, dedilhando um cepo de madeira eletrificado, os músicos Dodô &#038; Osmar fincavam as bases do trio elétrico baiano que se tornaria conhecido em todo o país a partir de 1969, quando Caetano Veloso documentou o fenômeno em seu Atrás do Trio Elétrico.</p>
<p><strong>O frevo no carnaval</strong></p>
<p>Em 1957, o frevo Evocação No. 1, de Nelson Ferreira, gravado pelo Bloco Batutas de São José (o chamado frevo de bloco) invadiria o carnaval carioca derrotando a marchinha e o samba. O lançamento era da gravadora local, Mocambo, que se destacaria no registro de inúmeros frevos e em especial a obra de seus dois maiores compositores, Nelson (Heráclito Alves) Ferreira (1902-1976) e Capiba. Além de prosseguir até o número 7 da série Evocação, Nelson Ferreira teve êxitos como o frevo Veneza Brasileira, gravado pela sambista Aracy de Almeida e outros como No Passo, Carnaval da Vitória, Dedé, O Dia Vem Raiando, Borboleta Não É Ave, Frevo da Saudade. A exemplo de Nelson, Capiba também teve sucessos em outros estilos como o clássico samba canção Maria Bethânia gravado por Nelson Gonçalves em 1943, que inspiraria o nome da cantora. Depois do referido É de Amargar, de 1934, primeiro lugar no concurso do Diário de Pernambuco, Capiba emplacou Manda Embora Essa Tristeza (Aracy de Almeida, 1936), e vários outros frevos que seriam regravados pelas gerações seguintes como De Chapéu de Sol Aberto, Tenho uma Coisa pra lhe Dizer, Quem Vai pro Farol é o Bonde de Olinda, Linda Flor da Madrugada, A pisada é essa, Gosto de Te Ver Cantando.</p>
<p>Cantores como Claudionor Germano e Expedito Baracho se transformariam em especialistas no ramo. Um dos principais autores do samba-canção de fossa, Antônio Maria (Araújo de Morais, 1921-1964) não negou suas origens pernambucanas na série de frevos (do número 1 ao 3) que dedicou ao Recife natal. O gênero esfuziante sensibilizou mesmo a intimista bossa nova. De Tom Jobim e Vinicius de Moraes (Frevo) a Marcos e Paulo Sérgio Valle (Pelas Ruas do Recife) e Edu Lobo (No Cordão da Saideira) todos investiram no (com)passo acelerado que também contagiou Gilberto Gil a munir de guitarras seu Frevo Rasgado em plena erupção tropicalista.</p>
<p>Blocos de rua brincam nas ladeiras de Olinda</p>
<p>A baiana Gal Costa misturou frevo, dobrado e tintura funk (do arranjador Lincoln Olivetti) num de seus maiores sucessos, Festa do Interior (Moraes Moreira/Abel Silva) e a safra nordestina posterior não deixou a sombrinha cair. O pernambucano Carlos Fernando, autor do explosivo Banho de Cheiro, sucesso da paraibana Elba Ramalho, organizou uma série de discos intitulada Asas da América a partir do começo dos 1980.</p>
<p>Botou uma seleção de estrelas para frevar: de Chico Buarque, Alcione, Lulu Santos e Gilberto Gil a Jackson do Pandeiro, Elba e Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Fagner e Alceu Valença. Entre os citados, Alceu, Zé e Geraldo mais o Quinteto Violado, Lenine, o armorial Antônio Nóbrega e autores como J. Michiles, mantêm no ponto de fervura o frevo pernambucano. Mesmo competindo com os decibéis – e o poder de sedução – do congênere baiano. As pessoas enfrentaram e competiram honestamente.</p>
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		<title>Marchinha de Carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 13:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O que é</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
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		<description><![CDATA[A marcha de carnaval, também conhecida como &#8220;marchinha&#8221;, é um gênero de música popular que esteve no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo. Na origem foi, no entanto, um estilo musical importado para o Brasil. Descende directamente das marchas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A marcha de carnaval, também conhecida como &#8220;marchinha&#8221;, é um gênero de música popular que esteve no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo.</p>
<p>Na origem foi, no entanto, um estilo musical importado para o Brasil. Descende directamente das marchas populares portuguesas, partilhando com elas o compasso binário das marchas militares, embora mais acelerado, melodias simples e vivas, e letras picantes cheias de duplos sentidos. Marchas portuguesas faziam grande sucesso no Brasil até 1920, destacando-se Vassourinha, em 1912, e A Baratinha, em 1917.</p>
<p>A verdadeira marchinha de carnaval brasileira começou a surgir no Rio de Janeiro com as composições de Eduardo Souto, Freire Júnior e Sinhô, e atingiu o apogeu com intérpretes como Carmen Miranda, Almirante, Mário Reis, Dalva de Oliveira, Silvio Caldas, Jorge Veiga e Black-Out, que interpretavam, ao longo dos meados do século XX, as composições de João de Barro, o Braguinha e Alberto Ribeiro, Noel Rosa, Ary Barroso e Lamartine Babo. O último grande compositor de marchinha foi João Roberto Kelly.</p>
<p>Veja: <a href="http://www.carnavalriodejaneiro.org/brasil/marchinhas-de-carnaval/">Marchinhas de Carnaval</a></p>
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		<title>Globeleza</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 07:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O que é</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Globeleza é o nome dado à cobertura do carnaval no Brasil feita pela Rede Globo. É também o nome dado à mulata que dança nas vinhetas da emissora. A cobertura do carnval é feita de duas formas: com entradas ao vivo nos telejornais da emissora e com transmissões ao vivo nas madrugadas, da sexta até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Globeleza</strong> é o nome dado à cobertura do carnaval no Brasil feita pela Rede Globo. É também o nome dado à mulata que dança nas vinhetas da emissora.</p>
<p>A cobertura do carnval é feita de duas formas: com entradas ao vivo nos telejornais da emissora e com transmissões ao vivo nas madrugadas, da sexta até a segunda, dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo (sexta e sábado) e do Rio de Janeiro (domingo e segunda), e também das apurações destes dois desfiles, na terça pela manhã (São Paulo) e na quarta à tarde (Rio de Janeiro). Durante a programação na madrugada, há ainda entradas ao vivo ou gravadas de outras cidades, como Salvador (BA), Recife e Olinda (PE).</p>
<p>A programação de desfiles de São Paulo é comandada por Chico Pinheiro (apresentador de telejornais da Globo em São Paulo) e Renata Ceribelli (apresentadora de quadros do Fantástico), com comentários de Leci Brandão (sambista) e Maurício Kubrusly (repórter da Globo). No Rio de Janeiro, os desfiles são apresentados por Cléber Machado (narrador de eventos esportivos, notadamente futebol) e Maria Beltrão (apresentadora de telejornais do canal por assinatura Globo News), que em 2009, dará lugar a Glenda Kozlowski (apresentadora do Globo Esporte), com comentários de Maria Augusta (carnavalesca), Haroldo Costa (produtor e sambista), Dudu Nobre (sambista) e Chico Spinoza (carnavalesco).</p>
<p>Carnaval Globeleza [1993 - 2008]<br />
Todas as vinhetas do &#8220;CARNAVAL GLOBELEZA&#8221; desde a sua criação em 1993.<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KJj8yF9vhXM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KJj8yF9vhXM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Sites relacionados:<br />
<a href="http://www.carnavalriodejaneiro.org">Carnaval</a><br />
<a href="http://carnaval.blogbr.org">Carnaval 2009</a></p>
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		<title>O que é Carnaval</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 19:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O que é</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2009]]></category>
		<category><![CDATA[fantasias]]></category>
		<category><![CDATA[fantasias de carnaval]]></category>

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		<description><![CDATA[O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo &#8220;adeus à carne&#8221; ou &#8220;carne vale&#8221; dando origem ao termo &#8220;Carnaval&#8221;. Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> Carnaval</strong> é um período de festas regidas pelo ano lunar no  Cristianismo da  Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo &#8220;adeus à carne&#8221; ou &#8220;carne vale&#8221; dando origem ao termo &#8220;Carnaval&#8221;. Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do  século XIX. A cidade de  Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como  Nice,  Nova Orleans,  Toronto e  Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.</p>
<p>Atualmente o Carnaval de Salvador, Brasil está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo. Em Portugal, existe uma grande tradição carnavalesca, nomeadamente os Carnavais da Ilha da Madeira (donde saíram os imigrantes que haveriam de levar a tradição do Carnaval para o Brasil), Ovar, Podence, Loulé, Sesimbra, Rio Maior, Torres Vedras e Sines, destacando-se o de Torres Vedras, Carnaval de Torres, por possuir o Carnaval mais antigo e dito  o mais português de Portugal, que se mantém popular e fiel à tradição rejeitando o samba e outros estrangeirismos. Juntamente com o Carnaval de Canas de Senhorim com perto de 400 anos e tradições únicas como os Pizões, as Paneladas, Queima do Entrudo, Despique entre outras. Nos Açores, mais propriamente na ilha Terceira, reside uma das formas mais peculiares do Carnaval em Portugal, as Danças e Bailinhos de Carnaval. Esta tradição, tida como a maior manifestação de teatro popular em Portugal, remonta ao tempo dos primeiros povoadores e reflete um estilo teatral bem ao jeito dos Autos vicentinos.</p>
<p>Sites sobre o Tema:<br />
<a href="http://www.carnavalriodejaneiro.org">Carnaval</a><br />
<a href="http://www.feitoamao.net/blog/artesanato/mascaras-de-carnaval/">Mascaras de Carnaval</a><br />
<a href="http://www.fazerartesanato.com/arte/site/mascaras-de-carnaval/">Máscaras</a></p>
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