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	<title>O que é &#187; filosofia</title>
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		<title>O que é ética</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 03:34:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra <strong>Ética</strong> é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo &#8211; sociedade.</p>
<p>Define-se Moral como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social. Moral e ética não devem ser confundidos: enquanto a moral é normativa, a ética é teórica e busca explicar e justificar os costumes de uma determinada sociedade, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Porém, deve-se deixar claro que etimologicamente &#8220;ética&#8221; e &#8220;moral&#8221; são expressões sinônimas, sendo a primeira de origem grega, enquanto a segunda é sua tradução para o latim.</p>
<p>A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética.</p>
<p>Modernamente, a maioria das profissões têm o seu próprio código de ética profissional, que é um conjunto de normas de cumprimento obrigatório, derivadas da ética, freqüentemente incorporados à lei pública. Nesses casos, os princípios éticos passam a ter força de lei; note-se que, mesmo nos casos em que esses códigos não estão incorporados à lei, seu estudo tem alta probabilidade de exercer influência, por exemplo, em julgamentos nos quais se discutam fatos relativos à conduta profissional. Ademais, o seu não cumprimento pode resultar em sanções executadas pela sociedade profissional, como censura pública e suspensão temporária ou definitiva do direito de exercer a profissão.</p>
<p>Tanto “ethos” (caráter) como “mos” (costume) indicam um tipo de comportamento propriamente humano que não é natural, o homem não nasce com ele como se fosse um instinto, mas que é “adquirido ou conquistado por hábito” (VÁZQUEZ). Portanto, ética e moral, pela própria etimologia, diz respeito a uma realidade humana que é construída histórica e socialmente a partir das relações coletivas dos seres humanos nas sociedades onde nascem e vivem.</p>
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		<title>O que é Autarquia</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 03:25:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Autarquia (do Grego ?u??????, composto de ?u??? (si mesmo) e ???? (comandar), ou seja, &#8220;comandar a si mesmo&#8221; ou &#8220;auto comandar-se&#8221;) é um conceito pertinente a vários campos, mas sempre lidando com a idéia geral de algo que exerce poder sobre si mesmo. Filosofia Em Filosofia, o conceito de autarquia significa poder sobre si mesmo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autarquia</strong> (do Grego ?u??????, composto de ?u??? (si mesmo) e ???? (comandar), ou seja, &#8220;comandar a si mesmo&#8221; ou &#8220;auto comandar-se&#8221;) é um conceito pertinente a vários campos, mas sempre lidando com a idéia geral de algo que exerce poder sobre si mesmo.</p>
<h2>Filosofia</h2>
<p>Em Filosofia, o conceito de autarquia significa poder sobre si mesmo. Define-se também como o governo de um Estado regido pelos seus concidadãos.</p>
<p>Dos vocabulários estóico e cínico pode-se dizer que é a condição de auto-suficiência do sábio, a quem basta ser virtuoso para ser feliz.</p>
<p>Em relação ao conhecimento, ao contrário de Platão, Antístenes rejeitava os valores dos universais.</p>
<p>O filósofo afirmava que só existem essências individuais das coisas, e cada uma delas se conhece por meio de uma intuição indivisível.</p>
<p>Ainda segundo Antístenes: (sic)…é possível comparar as coisas, mas não estabelecer julgamentos ou definir atributos a seu respeito, pois isso corresponde a misturar essências distintas. O resultado é uma renúncia ao saber: só é necessário conhecer aquilo de que se precisa para viver…</p>
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		<title>O que é Liberdade</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:59:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Liberdade, em filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários. Não se trata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liberdade, em filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.</p>
<p>Não se trata de um conceito abstrato. É necessário observar que filósofos como Sartre e Schopenhauer buscam, em seus escritos, atribuir esta qualidade ao ser humano livre. Não se trata de uma separação entre a liberdade e o homem, mas sim de uma sinergia entre ambos para a auto-afirmação do Ego e sua existência. E na equação entre Liberdade e Vontade, observa-se que o querer ser livre torna-se a força-motriz e, paradoxicamente, o instrumento para a liberação do homem.</p>
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		<title>O que é causa</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:58:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A causa é o termo correlacionado a efeito e que se concebe a partir de três enfoques fundamentais: O primeiro seria o vínculo que correlaciona os próprios fenômenos e que faz com que um ou vários deles apareçam como condição da existência de outros, isto é, onde existe uma causa, sempre haverá o efeito desta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A causa é o termo correlacionado a efeito e que se concebe a partir de três enfoques fundamentais:<br />
O primeiro seria o vínculo que correlaciona os próprios fenômenos e que faz com que um ou vários deles apareçam como condição da existência de outros, isto é, onde existe uma causa, sempre haverá o efeito desta, instantâneo ou retardado no domínio do tempo.<br />
O segundo é a relação entre um ser inteligente e o ato que ele praticou voluntariamente e pelo qual é responsável, ou, se alguém cometer algum ato, bom ou mau sempre terá o retorno deste, na mesma proporção, por exemplo, causa: comer alimento, efeito, saciar a fome; causa comer veneno, efeito, provavelmente morrer, cabe salientar que nem todos os efeitos sucedem à causa com a mesma intensidade; o indivíduo pode comer ao veneno, porém pode permanecer vivo, porém os efeitos serão sentidos pela mesma causa.<br />
O terceiro é que, o fato de em alguns casos a causa não suceder o efeito com mesma intensidade, esta relacionado à mínima e máxima interação do que existe com seu meio.</p>
<p>Se o indivíduo comer veneno com poder letal de 60% para morte, ele poderá continuar vivo, então o efeito será menor que a causa, pois se a interação com o externo é menor, o, efeito será menor. Sendo o poder letal de 100% para morte, a relação do causador com externo será completa, e desta forma, o efeito terá mesma proporção que a causa. Pois, no caso deste indivíduo, se ele tem uma interação maior com externo, ele cuidará de tomar o potencial de veneno necessário para gerar o efeito conforme a causa.</p>
<p>Caso o poder letal seja de 100% para morte, a relação do causador com externo será completa, e desta forma, o efeito terá mesma proporção da causa.</p>
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		<title>O que é Verdade</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:56:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Verdade Verdade significa o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. O que é a verdade afinal? Para Nietzsche a verdade é um ponto de vista. Ele não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Verdade</h2>
<p>Verdade significa o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. O que é a verdade afinal?</p>
<p>Para Nietzsche a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque não se pode alcançar uma certeza sobre a definição do oposto da mentira. Daí seu texto &#8220;como filosofar com o martelo&#8221;</p>
<p>Quem concorda sinceramente com uma frase está alegando que ela é verdadeira. A filosofia estuda a verdade de diversas maneiras. A metafísica se ocupa da natureza da verdade. A lógica se ocupa da preservação da verdade. A epistemologia se ocupa do conhecimento da verdade.</p>
<p>O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, qual o portador da verdade (em inglês truth-bearer). Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagens formais.</p>
<p>Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas.</p>
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		<title>John locke</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:39:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[John Locke (29 de Agosto de 1632 — 28 de Outubro de 1704), filósofo inglês e ideólogo do liberalismo, é considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social. Biografia Estudou medicina, ciências naturais e filosofia em Oxford, principalmente as obras de Bacon e Descartes. Em 1683 John Locke [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-319" title="johnlocke" src="http://www.oquee.net/wp-content/uploads/2009/03/johnlocke-150x150.png" alt="johnlocke" width="150" height="150" /><strong>John Locke</strong> (29 de Agosto de 1632 — 28 de Outubro de 1704), filósofo inglês e ideólogo do liberalismo, é considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social.</p>
<p><strong>Biografia</strong></p>
<p>Estudou medicina, ciências naturais e filosofia em Oxford, principalmente as obras de Bacon e Descartes. Em 1683 John Locke fugiu para Holanda. Voltou à Inglaterra quando Guilherme de Orange subiu ao trono, em 1688. Faleceu em 28 de outubro de 1704. Locke nunca casou ou teve filhos.</p>
<p><strong>Obra</strong></p>
<p>Locke é considerado o protagonista do empirismo, isto é, a teoria denominada de Tabula rasa (do latim, &#8220;folha em branco&#8221;). Esta teoria afirma que todas as pessoas nascem sem saber absolutamente nada e que aprendem pela experiência, pela tentativa e erro. Esta é considerada a fundação do &#8220;behaviorismo&#8221;.</p>
<p>A filosofia política de Locke fundamenta-se na noção de governo consentido dos governados diante da autoridade constituída e o respeito ao direito natural do ser humano, de vida, liberdade e propriedade. Influencia, portanto, as modernas revoluções liberais: Revolução Inglesa, Revolução Americana e na fase inicial da Revolução Francesa, oferecendo-lhes uma justificação da revolução e a forma de um novo governo. Para fins didáticos, Locke costuma ser classificado entre os &#8220;Empiristas Britânicos&#8221;, ao lado de David Hume e George Berkeley, principalmente pela obra relativa à questões epistemológicas. Em ciência política, costuma ser classificado na escola do direito natural ou jusnaturalismo.</p>
<p><span id="more-318"></span></p>
<p>Para Bernard Cottret, biógrafo de João Calvino, a braços com a história trágica da brutal repressão aos protestantes em França no século XVI, e a própria intolerância e zelo religioso radical de João Calvino em Genebra, o nome de John Locke está intimamente associado à tolerância. Uma tolerância que os franceses aprendem a valorizar apenas na década de 80 do século XVII, quase às portas do Iluminismo. Como Voltaire afirmou, a tolerância é para os franceses um artigo de importação. Bernard Cottret afirma: &#8220;a tolerância é o produto de um espaço geográfico específico, nomeadamente o noroeste da Europa. Ou seja: a Inglaterra e a Holanda. E ela é no final em especial a obra de um homem &#8211; John Locke &#8211; a quem o século XVII dedica um culto permanente&#8221;.</p>
<p>Dentre os escritos políticos, a obra mais influente foi o tratado em duas partes, Dois Tratados sobre o Governo (1689). A primeira descreve a condição corrente do governo civil; a segunda parte descreve a justificação para o governo e os ideais necessários à viabilização. Segundo Locke todos são iguais e que a cada deverá ser permitido agir livremente desde que não prejudique nenhum outro. Com este fundamento deu continuidade à justificação clássica da propriedade privada ao declarar que o mundo natural é a propriedade comum de todos, mas que qualquer indivíduo pode apropriar-se de uma parte dele ao misturar o trabalho com os recursos naturais. Este tratado também introduziu o &#8220;proviso de Locke&#8221;, no qual afirmava que o direito de tomar bens da área pública é limitado pela consideração de que &#8220;ainda havia suficientes, e tão bons; e mais dos ainda não fornecidos podem servir&#8221;, por outras palavras, que o indivíduo não pode simplesmente tomar aquilo que pretende, também tem de tomar em consideração o bem comum.</p>
<p>Em Ensaio acerca do Entendimento Humano (1690), Locke propõe que a experiência é a fonte do conhecimento, que depois se desenvolve por esforço da razão. Outra obra filosófica notável é Pensamentos sobre a Educação, publicado em 1693. As fontes principais do pensamento de Locke são: o nominalismo escolástico, cujo centro era a Oxford; o empirismo inglês da época; o racionalismo defendido por René Descartes e a filosofia de Malebranche.</p>
<p><strong>Defesa da escravidão</strong></p>
<p>Locke é considerado &#8220;o último grande filósofo que procura justificar a escravidão absoluta e perpétua&#8221;[3]. Ao mesmo tempo que dizia que todos os homens são iguais, Locke defendia a escravidão (sem distinguir que fosse apenas a negra), pois, aparentemente, ele só considerava como humanos os homens livres. Locke sustenta a escravidão pelo contrato de servidão em proveito do vencido na guerra que poderia ser morto, mas assume o ônus de servir em troca de viver. Locke não defende a escravidão fundada em raça, mas no contrato com o vencido na guerra, seja ele branco ou negro. Locke contribuiu para a formalização jurídica da escravidão na Província da Carolina, cuja norma constitucional dizia: &#8220;(&#8230;) todo homem livre da Carolina deve ter absoluto poder e autoridade sobre os escravos negros seja qual for a opinião e religião.&#8221; Ele também investiu no tráfico de escravos negros.<br />
Porém, ao analisar essa questão, deve-se levar em conta o período histórico em que Locke se encontrava, da mesma forma que ocorre com outros grandes filósofos, como Aristóteles, que foi o primeiro a fazer um tratado político defendendo a escravidão. Na época a escravidão era uma prática comum, isso o classificaria como um homem da época. Para muitos, este fato não diminui a enorme quantidade de idéias, revolucionárias para a época, produzidas por ele.</p>
<p>Também é necessário lembrar que a defesa da escravidão não está ligada à grande idéia política central, que une ele aos outros liberais clássicos: os Direito Naturais do ser humano. Visto que a longa trajetória do liberalismo teve o exato início com John Locke, e que é notório que as ideologias evoluem com o tempo e com as gerações posteriores, está claro que o liberalismo per si não detém nenhum vínculo com a defesa da escravidão.</p>
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		<title>Yang</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 23:27:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Yang (? ou ? ; yáng) é um princípio universal que surgiu do Tao absoluto. Oposto e complementar ao Yin. O Yang é masculino e representa: luz, atividade, montanha (pedra), calor, concreto (palpável), grande e ruidoso. Também remete à: amor, tolerância, criatividade, iniciativa, amizade, admiração, ajuda e facilidade. A respeito dos elementos: Yang são:Terra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-191" href="http://www.oquee.net/filosofia/yang.html/attachment/200px-yin_yangsvg"><img class="alignleft size-full wp-image-191" title="200px-yin_yangsvg" src="http://www.oquee.net/wp-content/uploads/2009/01/200px-yin_yangsvg.png" alt="200px-yin_yangsvg" width="200" height="200" /></a>O <strong>Yang</strong> (? ou ? ; yáng) é um princípio universal que surgiu do Tao absoluto. Oposto e complementar ao Yin. O Yang é masculino e representa: luz, atividade, montanha (pedra), calor, concreto (palpável), grande e ruidoso.</p>
<p>Também remete à: amor, tolerância, criatividade, iniciativa, amizade, admiração, ajuda e facilidade.</p>
<p>A respeito dos elementos: Yang são:Terra e Fogo</p>
<p>A respeito dos principais alimentos: Yang são:</p>
<p>A respeito do cosmos, espaço, meteorologia: Yang são:</p>
<p>Pelo princípio do Tao, nenhuma dessas qualidades é boa ou má. São opostas e complementares às qualidades Yin. O bem, nesta concepção, vem do equilíbrio.</p>
<p><strong>O símbolo do Yin e do Yang</strong></p>
<p>No símbolo do Yin e do Yang, o Yin é representado com uma cor mais escura e o Yang com uma cor mais clara. Juntos representam a união e complementaridade entre os opostos. No meio da claridade do Yang existe um pequeno círculo de sombra de Yin e no meio da sombra do Yin existe um pequeno círculo claro de Yang. O que simboliza o movimento contínuo e constante de evolução dos atributos de um para os atributos do outro. Gira no sentido anti-horário no hemisfério sul e no sentido horário no hemisfério norte.</p>
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		<title>O que é filosofia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 07:21:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Filosofia (do grego ?????????: philos &#8211; que ama + sophia &#8211; sabedoria, « que ama a sabedoria ») é a investigação crítica e racional dos princípios fundamentais. A filosofia surgiu nos séculos VII-VIa.C. nas cidades gregas situadas na Ásia Menor.Começa por ser uma interpretação des-sacralizada(= tirar o caráter religioso/sagrado)dos mitos cosmogônicos(cosmogonia=teoria que tem por objetivo explicar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Filosofia</strong> (do grego <em><strong>?????????</strong></em>: <em>philos</em> &#8211; que ama + <em>sophia</em> &#8211; sabedoria, « que ama a sabedoria ») é a investigação crítica e racional dos princípios fundamentais.</p>
<p>A filosofia surgiu nos séculos VII-VIa.C. nas cidades gregas situadas na Ásia Menor.Começa por ser uma interpretação des-sacralizada(= tirar o caráter religioso/sagrado)dos mitos cosmogônicos(cosmogonia=teoria que tem por objetivo explicar a formação do mundo)difundidos pelas religiões do tempo. Não apenas de mitos gregos, mas dos mitos de todas as religiões que influenciavam a Ásia menor. Os mitos foram segundo Platão e Aristóteles, a matéria inicial de reflexão dos filósofos. Eles tornaram-se num campo comum da religião e da filosofia,revelando que a pretensa separação entre esses dois modos do homem interpretar a realidade não é tão nítida como aparentemente se julga.</p>
<p>Modernamente é a disciplina, ou a área de estudos, que envolve a investigação, a argumentação, a análise, discussão, formação e reflexão das ideias sobre o mundo, o Homem e o ser. Originou-se da inquietude gerada pela curiosidade em compreender e questionar os valores e as interpretações aceitas sobre a realidade dadas pelo senso comum e pela tradição.</p>
<p>As interpretações comumente aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento. Essas interpretações foram adquiridas, enriquecidas e repassadas de geração em geração. Ocorreram inicialmente através da observação dos fenômenos naturais e sofreram influência das relações humanas estabelecidas até a formação da sociedade, isto em conformidade com os padrões de comportamentos éticos ou morais tidos como aceitáveis em determinada época por um determinado grupo ou determinada relação humana. A partir da Filosofia surge a Ciência, pois o Homem reorganiza as inquietações que assolam o campo das idéias e utiliza-se de experimentos para interagir com a sua própria realidade. Assim a partir da inquietação, o homem através de instrumentos e procedimentos equaciona o campo das hipóteses e exercita a razão. São organizados os padrões de pensamentos que formulam as diversas teorias agregadas ao conhecimento humano. Contudo o conhecimento científico por sua própria natureza torna-se suscetível às descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoraram o campo da sua observação e manipulação, o que em última análise, implica tanto na ampliação, quanto no questionamento de tais conhecimentos. Neste contexto a filosofia surge como &#8220;a mãe de todas as ciências&#8221;. Podemos resumir que a filosofia consiste no estudo das características mais gerais e abstratas do mundo e das categorias com que pensamos: Mente (pensar), matéria (o que sensibiliza noções como quente ou frio sobre o realismo), razão (lógica), demostração e verdade. Pensamento vem da palavra Epistemologia &#8220;Episteme&#8221; significa &#8220;ter Ciência&#8221; &#8220;logia&#8221; significa Estudo. Didaticamente, a Filosofia divide-se em:</p>
<ul>
<li><em>Epistemologia</em> ou <em>teoria do conhecimento</em>: trata da natureza crença, da justificação e do conhecimento.</li>
<li><em>Ética</em>: trata do certo e do errado, do bem e do mal.</li>
<li><em>Filosofia da Arte ou Estética: trata do belo.</em></li>
<li><em>Lógica</em>: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínio inválidos.</li>
<li><em>Metafísica</em> ou <em>ontologia</em>: trata da realidade, do ser e do nada.</li>
</ul>
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