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	<title>O que é &#187; tecnologia</title>
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		<title>KERS &#8211; Frenagem regenerativa</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 04:26:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Frenagem Regenerativa é um aparato ou sistema que transforma a energia cinética liberada durante a freagem em energia elétrica, sendo usada em vários veículos elétricos, desde carros a lambretas. A energia elétrica gerada durante a frenagem é armazena nas baterias dos híbridos plug-in e veículos elétricos estes elétricos possuindo freios tradicionais para possibilitar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Frenagem Regenerativa</strong> é um aparato ou sistema que transforma a energia cinética liberada durante a freagem em energia elétrica, sendo usada em vários veículos elétricos, desde carros a lambretas. A energia elétrica gerada durante a frenagem é armazena nas baterias dos híbridos plug-in e veículos elétricos estes elétricos possuindo freios tradicionais para possibilitar uma frenagem rápida e abrupta, também contribui para a redução do consumo de combustível, no caso dos automóveis híbridos, além disso proporciona redução do desgaste das lonas ou discos de freios, por freiar o veículo via campo eletromagnético (sem atrito), resultando em maior durabilidade para essas partes do sistema de freios. </p>
<p><strong>Freios elétricos</strong></p>
<p>Freios regenerativos são mais comumente vistos em veículos elétricos ou híbridos. Freios regenerativos elétricos derivam dos freios dinâmicos, também chamado de freios reostáticos, que eram utilizados em locomotivas e bondes diesel-elétricos desde meados do século XX. Em ambos sistemas, os freios eram acoplados por motores chaveados para atuar como gerador que convertiam o movimento em eletricidade ao invés de transformar eletricidade em movimento. Os tradicionais freios baseados em fricção deveriam também ser providos, de forma a serem usados quando uma freagem rápida e abrupta fosse requerida.<br />
<span id="more-279"></span><br />
<strong>Sistema de Regeneração de Energia Cinética</strong></p>
<p>O Sistema de Regeneração de Energia Cinética chamado de KERS (do inglês Kinetic Energy Recovery System) é o termo genérico dado aos dispositivos que *recolhem a energia cinética gerada na desaceleração do carro que seria desperdiçada e, em seguida, a reutiliza. Ao serem acionados os freios a energia do torque resultante normalmente desperdiçada é transformada em eletricidade e levada a um capacitor, o qual alimenta o sistema propriamente dito, o qual, ligado ao eixo de propulsão do motor, faz com que ganhe potência.</p>
<p>Há também o Flybrid que está em desenvolvimento, para ser usado na Formula 1 que trará benefícios aos carros. Está sendo elaborado por John Hilton, o Flybird É um volante de inércia acoplado a uma transmissão. Que armazena a energia liberada durante a frenagem do carro pela sua própria rotação. Esta energia que foi guardada no momento da frenagem do bólido é reutilizada quando o piloto acionar um botão. O resultado é um aumento de potência de 81,6 CV e aumento no tempo de 6,67s e está cogitada a sua utilização já na temporada 2009 de Fórmula 1. Sem grande acolhida por todas as equipes, precisa cuidar de pontos chave como a segurança dos pilotos e da equipe, visto que, mesmo sendo um processo relativamente simples, requer um delicado conjunto de peças que trabalham em altíssima velocidade (64500 rpm no sistema).</p>
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		<title>Disco Blu-ray</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 17:24:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. É o sucessor do DVD e capaz de armazenar filmes até 1080p Full HD de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Blu-ray</strong>, também conhecido como BD (de <em>Blu-ray Disc</em>) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade.</p>
<p>É o sucessor do DVD e capaz de armazenar filmes até 1080p <em>Full HD</em> de até 4 horas sem perdas. Requer obviamente uma TV de alta definição (Plasma ou LCD) para exibir todo seu potencial e justificar a troca do DVD.</p>
<p>Sua capacidade varia de 25 (camada simples) a 50 (camada dupla) Gigabytes. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor azul-violeta, cujo comprimento de onda é 405 nanometros, permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho usado por tecnologias anteriores (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros).</p>
<p>Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser (&#8220;blue ray&#8221; em inglês significa &#8220;raio azul&#8221;). A letra &#8220;e&#8221; da palavra original &#8220;blue&#8221; foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registrar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra um comprimento de onda curta de 405 nm e conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray e foi criado pela Sony e Panasonic. Disputou uma guerra de formatos com o <strong>HD-DVD</strong> e em 2008 venceu com o apoio exclusivo da Warner Bros., MGM, Fox e Columbia Pictures.</p>
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		<title>Portabilidade numérica</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 10:26:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nas telecomunicações, portabilidade é o termo que define a capacidade de um utilizador mudar de operador telefónico (ou prestador de serviços) e continuar a usar o mesmo número de telefone. Os processos de portabilidade são tipicamente dividos em LNP (Local Number Portability), quando o número pertence a uma rede fixa, e FMNP (Full Mobile Number [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas telecomunicações, portabilidade é o termo que define a capacidade de um utilizador mudar de operador telefónico (ou prestador de serviços) e continuar a usar o mesmo número de telefone. Os processos de portabilidade são tipicamente dividos em LNP (Local Number Portability), quando o número pertence a uma rede fixa, e FMNP (Full Mobile Number Portability), para redes móveis.</p>
<p>Em Portugal, a portabilidade é gerida pela Entidade de Referência (PORTABIL), que centraliza em si toda a informação necessária para os comutadores de chamadas telefónicas suportarem a portabilidade de números (como as correspondências &#8220;operador original&#8221; ? &#8220;novo operador&#8221;). Esta informação é replicada na íntegra por todos os operadores de telecomunicações nacionais para optimizar o desempenho no estabelecimento e redireccionamento das chamadas para o novo operador.</p>
<p><span id="more-281"></span><br />
No Brasil, a portabilidade é gerida pela Entidade Administradora &#8211; EA, de responsabilidade da ABRTelecom, que centraliza em si toda a administração dos agendamentos de portabilidade janelas de migração; assim como, a distribuição diária das informações necessárias aos operadores telefónicos, para que atualizem as BDs de seus comutadores intrusivos de rede com as novas rotas de redireccionamento de chamadas ao novo operador, ao qual, o número telefónico passa a pertencer. Esta entidade é subordinada a Anatel.</p>
<p><strong>Janelas de migração</strong></p>
<p>No Brasil, o processo de portabilidade estabelece um agendamento on-line antecipado, negociado entre os operadores receptores dos números telefónicos e os operadores doadores, intermediado pela EA. Esta negociação quando finalizada, registra então nos três agentes envolvidos (operador receptor, operador doador e EA), em que janela diária ocorrerá a actualização das Bds de todos os operadores brasileiros (BDO) e as respectivas activações e deactivações dos números telefónicos em cada um dos operadores envolvidos (receptor e doador). A cada dia, janelas de migração são iniciadas com duração máxima de duas horas cada uma, para que todos os números agendados finalizem o processo de portabilidade em suas redes e sistemas internos BSS/OSS; assim como, os demais operadores brasileiros actualizem as BDOs de seus comutadores para o correto redireccionamento das chamadas.</p>
<p>Estabelecimento de chamadas</p>
<p>O estabelecimento de chamadas para números portados em Portugal diferentemente da do Brasil é feita utilizando o método Query on Release, o que significa que a consulta às BDs de portabilidade só é feita mediante a sinalização de que o número foi portado.</p>
<p>Suponha-se o seguinte cenário: o cliente, ou subscritor (do serviço de telefonia) do PrestadorA indica o número para onde deseja ligar, sem saber que este último é um número portado. A central telefónica do PrestadorA recebe a chamada e encaminha-a baseando-se na primeira parte do número (prefixo) para determinar a rede original de destino (PrestadorO). Ao tentar o estabelecimento da chamada, o comutador do PrestadorO detecta que o número foi portado e sinaliza o comutador do PrestadorA para consultar a sua base de dados de portabilidade e determinar para qual comutador (do prestador que detém agora o número do destinatário, o PrestadorB) deverá ser reenchaminhada a chamada. A sinalização é feita por uma mensagem do tipo REL14 (RELEASE 14). O comutador do PrestadorA reencaminha a chamada para o comutador do PrestadorB, que recebe a chamada encaminhando-a por meio de rotas internas como se se tratasse de um número da sua rede.</p>
<p>No Brasil, o método adotado pela Anatel foi o All Call Query , através da publicação da Resolução n° 460, de 19/03/2007 (Anexo RGP).</p>
<p>A solução &#8220;All call query all involved networks&#8221; preconiza que toda operadora &#8211; operadoras origem, operadoras de trânsito e operadoras destino &#8211; acedam, na fase de estabelecimento da chamada, a uma base de dados (BDO &#8211; Base de Dados Operacional) para obter informação de encaminhamento. O operador origem consulta a BDO e encaminha a chamada para o operador de destino ou para um operador de trânsito, caso não execute chamadas de longa distância. O operador de trânsito então recebe a chamada, consulta a BDO e encaminha a chamada ao operador destino. Finalmente, o operador destino recebe a chamada, consulta a BDO e obtém o endereço do novo comutador(central de telefonia) destino.</p>
<p>Uma vantagem importante sobre o método anterior consiste no facto de a gestão ser mais simples e as capacidades introduzidas pelos elementos de rede inteligente(IN) permitirem facilmente acrescentar funcionalidades adicionais à rede; como por exemplo, estabelecer classes de serviço(Cos).</p>
<p>Uma solução de rede inteligente(IN) permite também, criar maior igualdade de condições de concorrência para todos, uma vez que a base de dados central é gerida por um organismo independente. O modelo brasileiro criou então a EA (Entidade Administradora), semelhante a NPAC no modelo americano, cuja administração foi delegada então a ABRtelecom. Esta entidade é a responsável no Brasil pela manutenção da BDR (Base de Dados Nacional de Referência).</p>
<p>Os inconvenientes desta solução são:</p>
<p>a) requer a consulta à base de dados para todas as chamadas que são feitas e não apenas naquelas que se destinam a números portados;</p>
<p>b) obriga a configurar/incluir comutadores para se comportarem como SSPs &#8211; Service Switching Point SSF (i.e. integrar a função de SSF &#8211; Service Switching Function), de forma a poderem questionar a base de dados(BDO) para tomada de decisão na rota das chamadas;</p>
<p>c) tem, em geral, custos de implementação elevados, o que consiste talvez no principal inconveniente deste método.</p>
<p>Como no Brasil os custos associados à consulta da base de dados foram tratados de forma independente da percentagem de números portados, a solução utilizando o método com base em tecnologia de rede inteligente(IN), foi o escolhido.</p>
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